DATA DE PUBLICAÇÃO: 27/03/2017
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Ano do Laicato começa a ser preparado pela CNBB

 
Ano do Laicato começa a ser preparado pela CNBB. A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato da Conferência está reunida na sede da entidade, em Brasília, a fim de organizar as atividades que serão realizadas durante este período.
 
A abertura está programada para acontecer na festa de Cristo Rei, que este ano será celebrada dia 26 de novembro e segue até a mesma festividade em 2018.
 
Durante este tempo, a comissão pretende realizar seminários regionais e temáticos, bem como eventos, publicação de livros e de mensagens, na busca de disponibilizar diversas estruturas que possam envolver ao máximo os cristãos leigos.
 
Segundo o bispo de Caçador (SC) e presidente da Comissão para o Laicato da CNBB, Dom Severino Clasen, a Igreja deve ser um sinal para que os leigos sejam protagonistas da transformação da sociedade.
 
"O que nós queremos atingir é a transformação da sociedade. Os cristãos leigos e leigas devem ser sal e luz no mundo, na sociedade. Purificar os mecanismos da sociedade que nós temos, que aí sim a graça do batismo seja de fato o sacramento que transforma, que ilumina. E que a graça de Deus perpasse e penetre em todas as camadas da sociedade", disse o bispo.
 
Dom Severino espera que o Ano do Laicato seja um motivo para estimular a sociedade a se engajar cada vez mais na causa do leigo na Igreja. "O legado que a celebração quer deixar é o envolvimento de toda a sociedade para que faça a auditoria da dívida pública. Como fazer? Com o espírito cristão, com a luz do Espírito Santo, com a consciência de igreja para transformar o mundo", declarou.
 
A expectativa da organização da CNBB é que a abertura do Ano do Laicato seja feita com uma mensagem do Papa Francisco.
 
Além disso, este período será ocasião especial para as comemorações pelos 30 anos do Sínodo Ordinário sobre os Leigos (1987) e da Exortação Apostólica Christifideles Laici, de São João Paulo II, sobre a vocação e a missão dos leigos na Igreja e no mundo (1988).
 
As celebrações terão como eixo central a presença e a atuação dos cristãos leigos como "ramos, sal, luz e fermento" na Igreja e na sociedade. "Um ano que se nós pudéssemos trabalhar a expressão do acolhimento, acolher todas as pessoas e fazer com que nesse acolhimento façamos o exercício do cuidado", ressaltou Dom Severino. 
 
 
 

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