DATA DE PUBLICAÇÃO: 28/05/2019
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Dom Antônio reuniu com pastorais, movimentos e serviços

Fotos: Paraense.
 

Na manhã da segunda-feira, 27, Dom Antônio de Assis Ribeiro, um dos bispos auxiliares de Belém, esteve reunido com representantes de pastorais, movimentos e serviços da Arquidiocese de Belém para intensificar a ação pastoral missionária da Igreja na região. A iniciativa está de acordo com o Plano Pastoral da Arquidiocese e segue o pedido do Papa Francisco: “uma Igreja em saída”.


A reunião contou a participação de representantes de vários organismos vivos da Igreja como, por exemplo, do Movimento Arquidiocesano Terço dos Homens Mãe Rainha (THMR), da Pastoral da Pessoa Idosa, da Criança, Encontro de Casais com Cristo (ECC) e da Pastoral Carcerária.


Na ocasião, o diácono Ademir da Silva, coordenador da Pastoral Carcerária, apresentou a necessidade de mais agentes para a atuação nas visitas as casas penais, que buscam evangelizar os encarcerados.


Para Dom Antônio é necessário que haja uma maior preocupação com a comunhão eclesial e uma adesão mais concreta: “Então nós queremos que haja mais sensibilidade eclesial, queremos que haja mais ação conjunta, queremos que haja mais adesão concreta aos desafios apresentados pela mesma igreja”, ressaltou o Bispo Auxiliar.

 
Movimentos, pastorais e serviços se reuniram com Dom Antônio.
 

O Bispo Auxiliar destacou, na reunião, o trabalho de evangelização que vem sendo realizada na área missionária do Canaã, situada no bairro do Canaã e Riacho Doce, em Marituba. Em um ano sete comunidades foram fixadas na região e lembrou as comunidades que estão no bairro da Terra Firme, em Belém, e no Murinim, em Benevides.


Ao final do encontro, os representantes de movimentos, pastorais e serviços firmaram o compromisso de enviar agentes para somar junto ao serviço da Pastoral Carcerária, como, o Movimento Terços dos Homens.
Dom Antônio considerou a reunião animadora e frisou que o papel de pastor é estimular os processos missionários: “há certa disponibilidade e abertura. E é esse trabalho nosso de pastor: de cutucar, de estimular, de educar, de canalizar ânimos. E tomara que haja, agora, adesão a esses novos desafios, sobretudo estudo, meditação e assimilação do projeto pastoral da Arquidiocese”.


“A conclusão que a gente chega, pela receptividade das pessoas, é que a gente vai colher muitos frutos, obra do espírito santo, que agiu através dos nossos pastores e também na pastoral carcerária. A esperança é muito grande e o resultado não poderia ter sido melhor. Estamos muito otimistas”, explicou o diácono Ademir.

 
 

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