DATA DE PUBLICAÇÃO: 03/06/2019
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Solenidade de Pentecostes neste domingo, 9

 

Arquidiocese de Belém se reúne neste domingo, 9 de junho, para celebrar a Solenidade de Pentecostes. A programação inicia às 7h, na Praça Waldemar Henrique, no bairro do Reduto, com o acolhimento das regiões episcopais.


No decorrer de 2019 a Arquidiocese está comemorando os 300 anos da Diocese de Belém do Pará com várias programações e por isto a Solenidade de Pentecostes será norteada pelo tema: “Igreja de Belém: um só coração e uma só alma” (At 4,32).


Após o acolhimento, Monsenhor Raimundo Possidônio da Mata, Vigário Geral, fará um resgate da memória missionária da Igreja local seguido de uma apresentação teatral com o grupo de teatro da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro sobre os povos tradicionais da Amazônia.


Os fiéis das oito regiões episcopais, movimentos, pastorais e o clero arquidiocesano seguirão em caminhada até a Catedral Metropolitana de Belém. Ao longo do trajeto terão três paradas para reflexão sobre os símbolos da missão: água (batismo), fogo (Espírito Santo) e cruz (Missão).


Na chegada à Praça Frei Caetano Brandão haverá a entrega do símbolo da missão e iniciará celebração eucarística. Ao final terá a benção da cruz missionária por Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano de Belém.


Pentecostes


O Pentecostes é celebrado 50 dias após a Páscoa e encerra este período. Jesus derramou o Espírito Santo sobre a Igreja, dando início oficialmente a missão da Igreja: “Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se. Residiam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações que há debaixo do céu. Quando ouviram o ruído, reuniu-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua” (At, 2, 1-6).

 
 

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