O novo espaço e um pedaço bem conservado da
Amazônia dentro da maior metrópole da região
População de Belém ganha Mangal das Garças de presente de aniversário
    

     Mangal das Garças, inaugurado pelo governador Simão Jatene, no dia 12, quando a cidade completou 389 anos, é mais um complexo cultural e turístico de Belém. O parque é “um pedaço da Amazônia dentro da metrópole, às margens do rio Guamá”, diz texto enviado pela assessoria de imprensa da Secretaria de Cultura para definir o espaço. “Sem dúvida, (o Mangal) encherá de orgulho a todos os paraenses”, afirma o secretário de Cultura, Paulo Chaves. “É um projeto de extrema beleza, criatividade e sofisticação”, avalia o presidente da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), Adenauer Góes. A obra, orçada em R$ 15 milhões, pode ser vista gratuitamente de terça-feira a domingo, pela manhã, tarde e noite, o que reforça o compromisso do Governo do Pará em oferecer a toda população lazer e cultura. Para acessar o borboletário e o mirante que fica na torre do Farol, será cobrado ingresso de R$ 4, com meia entrada para estudantes. Todas as visitas serão monitoradas. O Mangal está próximo do centro histórico de Belém, numa área totalmente revitalizada de 34,7 mil metros quadrados anexa ao Arsenal da Marinha. É como um resumo do ambiente amazônico, com matas de várzea e os animais da região. O projeto fortalece parcerias nas áreas da cultura, turismo, produção e comércio. A vegetação é o principal atrativo à parte no Mangal das Garças. Mais de 300 espécies de árvores nativas foram plantadas, como mogno, maçaranduba, pau-d’arco. O parque tem também: pórtico, administração, restaurante, viveiro de borboletas e beija-flores e viveiro de pássaros. São cerca de três mil borboletas e 80 beija-flores. O “Viveiro das Aningas” tem 300 animais como sabiás, curiós, jacuns, mutuns e guarás. Um Espaço para abrigar a exposição e venda de plantas e artesanato está localizado na entrada do parque. É um antigo galpão de ferro com piso detalhado em madeira de lei. Quiosques para lanches e uma torre-mirante, o Farol de Belém, completam o cenário. A torre abriga equipamentos de pára-raios, caixa dágua e serve como mirante, de onde se tem uma visão completa do Mangal e arredores do complexo. O restaurante, outra atração do Mangal, foi construído todo em madeira e outros materiais amazônicos por mestres carpinteiros do município de Abaetetuba, no nordeste do Pará.


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