DATA DE PUBLICAÇÃO: 19/05/2017
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Belém recebe projeto “Movimento Brasil sem parasitose”

 
Até o próximo sábado, 20, o projeto itinerante da saúde que atendeu mais de 10 mil pacientes em 11 cidades brasileiras no ano passado, estará no centro de Belém, de 8h as 17h, realizando orientação médica gratuita de gastroenterologistas e pediatras à população. O projeto já passou por oito capitais até o momento e até junho irá passar por mais seis cidades.
 
O projeto “Movimento Brasil sem Parasitose” é uma iniciativa da Federação Brasileira de Gastroenterologia e em 2017 percorrerá ao todo 14 cidades do país, com o objetivo de reduzir a ocorrência das doenças parasitológicas, evitando consequências severas e o óbito, bem como avaliar as doenças do sistema digestório (boca, estômago, esôfago e intestinos), tais como refluxo esofágico, gastrite, úlceras, prisão de ventre, diarreias, infecções intestinais, entre outras.
 
Embora mais prevalente nas regiões carentes de saneamento básico existe a necessidade de conscientizar a população das regiões metropolitanas, que as parasitoses atingem todas as camadas socioeconômicas da população, nas diversas faixas etárias. A primeira cidade a receber a unidade médica de saúde esse ano foi Campinas, passando por São Paulo, Santos, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá e Goiânia. Em seguida, o projeto seguirá para Teresina, Juazeiro do Norte, Campina Grande, Caruaru, Vitória e Rio de Janeiro.
 
Movimento
 
É um projeto social e educacional, alinhado às diretrizes da Organização Mundial da Saúde de controle de parasitoses intestinais, que leva orientação à população por meio do site, das redes sociais e, também, atendimento gratuito à população na Unidade Móvel de Saúde. Com equipe formada por cerca de 20 profissionais da saúde o movimento também apresentará à população as patologias tratadas pelo médico gastroenterologista e que acometem o sistema digestório.
 
Parasitoses Intestinais
 
Embora mais prevalentes nas regiões carentes de saneamento básico, as parasitoses atingem todas as camadas socioeconômicas da população, nas diversas faixas etárias. Mesmo as pessoas cuidadosas com a higiene pessoal e familiar e que vivem em regiões de saneamento adequadas estão expostas às parasitoses intestinais. Além das condições precárias de higiene, as dificuldades econômicas e o desconhecimento sobre medidas preventivas são fatores que também contribuem para que as populações menos favorecidas se tornem alvo da proliferação das parasitoses intestinais.
 
 
 



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