DATA DE PUBLICAÇÃO: 19/05/2017
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Mater ecclesia: Ano Mariano Nacional 2017

   
 
A Igreja Católica que está no Brasil, através de sua conferência Episcopal (CNBB), celebra este ano (2016-2017) o contexto das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no rio Paraíba do Sul e, portanto, institui assim, o Ano Nacional Mariano.
 
A referida Conferência destaca que a celebração dos 300 anos é uma “grande ação de graças”. Desde 2014, portanto, as dioceses do Brasil se preparam para esta celebração recebendo a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida.
 
Para os bispos do Brasil, o gesto de percorrer cidades e periferias lembra aos pobres e abandonados que eles são os prediletos do coração misericordioso de Deus. 
 
Na imagem de Nossa Senhora Aparecida “há algo de perene para se aprender”. “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe” (Papa Francisco). 
 
Por misericórdia de Deus e ajudados pela sua Divina Providência, a Igreja no Brasil, caminha rumo ao tricentenário (1717-2017), ou melhor, encontra-se, neste evento de suma importância para a vida eclesial e nacional, do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, encontrada, achada nas águas do Rio Paraíba do Sul nas redes de três pescadores daquela região. Entre eles estavam Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso.
 
É motivo de júbilo e alegria celebrar com grande solenidade tal evento e ocorrido entre nós, por desígnio de Deus, pode ser, e o cremos que o seja. A história do encontro da milagrosa “pesca” da imagem de Aparecida se entrelaça com a história do Brasil, com a nossa tradição, com a nossa cultura e com os nossos costumes e crença.
 
Contemplemos Maria como modelo de fé, Mãe da Fé e Mãe de Deus que se deixa guiar pela Palavra e seguimento do Cristo.  Nossa Igreja em festa. Por ocasião do Jubileu dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu o Ano Nacional Mariano, iniciado em 12 de outubro de 2016, na solenidade da Padroeira do Brasil, concluindo-se no dia 11 de outubro de 2017. É um tempo favorável para contemplar Maria como modelo de fé e seguimento do Cristo. 
Ao contemplar a pequenina imagem da Senhora que é um dom para o povo brasileiro, cultuada em seu Santuário Nacional, em Aparecida, interior paulista, mergulhamos no amor infinito de Deus, pois quis Ele nos oferecer Sua própria Mãe, como lemos acima, na afirmação de Sua Santidade, o Papa Francisco. Somos filhos de Deus e também filhos de Maria por Graça e na ordem da Graça, como nos ensina o Concilio Vaticano II, e com ela [Maria], participamos do Plano Divino da Copiosa Redenção.
 
A imagem, que desde o seu nicho olha e vela por cada um de seus filhos e protege a nação a qual quis estabelecer seu olhar sobre todos, na qual deixou-se recolher pelos brasileiros das águas do rio Paraíba do Sul, que quer dizer “rio inútil”, por três pescadores, na segunda quinzena de outubro de 1717, de acordo com os escritos e documentos citados pelos historiadores da época.
 
A pequena e singela imagem é de barro “terracota”. Ao ser recolhida pelos pescadores, não tinha cabeça, essa fora achada depois e unida ao corpo. Sua tonalidade é castanho-escuro. De branca, qual Senhora da Conceição, torna-se escura, lembrando a cor negra dos escravos. Isso se deve ao fato de ser retirada do fundo do rio e ainda pelo picumã das velas acesas, quando venerada pelas famílias que rezavam e pediam sua proteção.
 
 
 

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