DATA DE PUBLICAÇÃO: 07/07/2017
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Homenagens na Cidade Velha começam no dia 13

 
A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Cidade de Velha, realiza festividade de 13 a 16. Com o tema “Perfeito é quem te criou, Mãe da humanidade”, acontece programação festiva, com missas, procissão, tríduo e atividades culturais. A secular igreja  fica situada na Travessa Dom Bosco, 72, bairro Cidade Velha.
 
O tema da festividade deste ano está em consonância com o Ano Mariano. Do dia 3 ao dia 12 são realizadas as peregrinações nas casas dos fiéis. Este ano, foram 12 as casas visitadas para a realização de novenas. O tríduo acontece de 13 a 15, com missa às 18h, e em seguida programação cultural. No último dia do tríduo, 15, a missa das 18h será presidida pelo padre Roberto Cavalli, Cura da Sé. 
 
Durante as missas do período da festividade ocorrerá a imposição do escapulário. No dia da solenidade da Virgem do Carmelo, 16, haverá missas às 7h, 12h e às 18h, sendo a do meio-dia presidida pelo Cura da Sé. Às 17h, haverá procissão em direção a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com concentração  em frente à Catedral e saída às 17h. À chegada, Santa Missa e entrega da imagem de Nossa Senhora do Carmo à família contemplada. 
 
Patrimônio 
 
 A Igreja do Carmo é parte integrante de um dos maiores conjuntos arquitetônicos da capital, constituindo uma das relíquias de Belém. Algumas das imagens que lá se encontram remontam à época dos Carmelitas, destacando-se, no altar-mor, as de Nossa Senhora do Carmo, bustos de santos carmelitas e a  imagem do crucificado. No primeiro altar lateral, a de Sant’ Ana e a de Santa Madalena de Pazzi, imagens são entalhadas em madeira, com fino revestimento de gesso. A imagem de Sant’ana é de estilo português do século XVIII e a de Santa Madalena de Pazzi possui as características do barroco italiano.
 
No dia 23 de março de 2015, foi realizada a cerimônia de entrega oficial da obra de restauro da Igreja de Nossa Senhora do Carmo. A intervenção teve início em 2013, com caráter conservativo/restaurativo, que  possibilitaram a preservação dos elementos construtivos e artísticos integrados: pisos, forros, pinturas, púlpitos, retábulos laterais e retábulo-mor. O projeto básico do restauro foi desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-Pa), que assinou termo de cooperação com a Arquidiocese de Belém e orientou tecnicamente o desenvolvimento do projeto executivo.
 
 
 



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