DATA DE PUBLICAÇÃO: 21/07/2017
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Privilégio de ser católico:

 
Acabo de conhecer um site católico chamado “Aleteia”. Ele existe em sete idiomas, inclusive português, e foi lá que encontrei uma interessante matéria sobre como podemos demonstrar gratidão aos nossos padres.  O tema é profundamente humano e penso que vale a pena uma reflexão.
 
Para a maioria das pessoas que vão à Missa, aquele senhor no altar, invariavelmente, é um desconhecido.  O máximo a que se permitem é saber-lhe o nome e dizer se gostam dele ou não.  A indiferença e o distanciamento são atitudes tremendamente injustas para com os sacerdotes. Eles abriram mão de uma vida em família, com esposa e filhos, ou mesmo sem eles, mas com plena liberdade para ir e vir e fazer dela o que desejar, em nome de um compromisso com Deus.
 
Esse compromisso, bem entendido, não acontece apenas no silêncio de um retiro, mas no envolvimento com a comunidade, no atendimento ao rebanho do Senhor.  Ele não recebe salário para ser padre. Tampouco possui regalias. Fez votos que precisa honrar e a caminhada solitária é sempre mais difícil. Egoisticamente, nós, os fiéis, saímos da missa e, naturalmente, damos as costas àqueles que, na “pessoa de Cristo”, consagram a Sagrada Eucaristia e perdoam nossos pecados. O padre é um amigo de ouro que a Igreja nos dá.
 
A presença de um padre só é valorizada, quando, numa hora de necessidade, as pessoas se dão conta de que eles existem em número cada vez menor. Embora os seminários estejam cheios, poucos são os que concluem o curso. A Igreja Católica é extremamente rigorosa no que diz respeito à formação de um sacerdote. A Igreja de Cristo toma o sacerdócio como coisa muito séria. Por isso, cada vez mais e sempre, é preciso honrar e valorizar o trabalho dos padres. Na próxima semana, vou apresentar a sugestão do “site” para ajudar nossos pastores a seguirem em frente, sentindo-se acolhidos.
 
 
 



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