DATA DE PUBLICAÇÃO: 15/09/2017
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Privilégio de ser católico: Personagens da Cidade Velha

 
Contei aqui, semana passada, que estou começando um trabalho de pesquisa e, para tanto, preciso da ajuda de moradores da Cidade Velha. Contando com a ajuda de Nossa Senhora de Nazaré, fui bater, ao acaso, na porta de uma senhora que me reconheceu por me ver na televisão e, acrescentou, ser leitora de meus artigos nesta “Voz de Nazaré”. Fomos a outra casa e aconteceu o mesmo. Em todos os lugares as pessoas diziam ler a “Voz”. Por isso me valho deste veículo para ajudar na busca.
 
No ano de 1909, passados apenas 20 da proclamação da República, um Visconde e um Barão – acreditem! – respondiam pela organização masculina do Círio: o Visconde Monte Redondo e o Barão Souza Lages eram os juízes da procissão. As juízas eram dona Ana Mannêa de Mendonça e dona Luiza de Mendonça Pinho.
 
Essas pessoas, provavelmente moradoras da Cidade Velha, deviam ter influência na comunidade e sua confiança. Talvez as famílias ainda morem no bairro ou haja registro de sua passagem por lá. Não digo filhos, embora não seja improvável, mas seguramente netos. Descendentes do Barão ou do Visconde. Sobrinhos-netos, ou bisnetos de donas Ana ou de dona Luiza. Seriadona Ana Pinho da ilustre família que habitou o elegante Palacete que, àquela época, ainda vivia o fausto da “belle époque” e estava com os dias contados.
 
São perguntas que se acumulam sobre perguntas, à espera de respostas, de uma pista, de uma indicação, que possam ajudar num trabalho de pesquisa. Se alguém tiver uma informação, terei maior prazer de fazer uma visita para conversar. Meu contato é o email jcparis1959@ gmail.com
 
Apenas com a colaboração de leitores deste jornal, o trabalho será bem sucedido. Sem eles, qualquer tentativa de sucesso será muito difícil. Em nome da História, desde já, e sempre, eu agradeço o empenho de todos.
 
 
 



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