DATA DE PUBLICAÇÃO: 29/09/2017
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Consolo não é diversão, mas paz do Senhor, diz Francisco


Vaticano – O Papa começou a semana celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta na segunda-feira, 25. Em sua homilia, Francisco comentou a Primeira Leitura, narração da libertação do povo de Israel do exílio: “o Senhor – destacou o Pontífice – visitou o seu povo e o conduziu de volta a Jerusalém”. A palavra “visita”, explicou, é “importante” na história da salvação, porque “toda libertação, toda ação de redenção de Deus é uma visita”:
 
“Quando o Senhor nos visita nos dá a alegria, isto é, nos leva a um estado de consolação. Este dar alegria… Sim, semearam nas lágrimas, mas agora o Senhor nos consola e nos dá esta consolação espiritual. E a consolação acontece não só naquele tempo, é um estado na vida espiritual de todo cristão. Toda a Bíblia nos ensina isso”.
 
 O Papa exortou a “esperar”, portanto, a visita de Deus “a cada um de nós”. Existem “momentos mais fracos” e “momentos mais fortes”, mas o Senhor “nos faz sentir a sua presença” sempre, com a consolação espiritual, enchendo-nos “de alegria”. 
 
Neste sentido, esperar este evento com a virtude “mais humilde de todas”: a esperança, que “é sempre pequena”, mas “tantas vezes é forte quando está escondida como as brasas sob as cinzas”.
Assim, o cristão vive “em tensão” pelo encontro com Deus, pela consolação “que dá este encontro com o Senhor”.
 
Se um cristão não está em tensão por tal encontro é – acrescenta o Papa – um cristão “fechado”, “meio que no depósito da vida”, sem saber “o que fazer”.
 
O convite, então, é para “reconhecer” a consolação, “porque existem falsos profetas que parecem nos consolar, mas pelo contrário, nos enganam”. Esta não é “uma alegria que se pode comparar”:
“A consolação do Senhor toca dentro e te move, faz aumentar em ti a caridade, a fé, a esperança. E também nos eleva às coisas do Céu".
 
 



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