DATA DE PUBLICAÇÃO: 03/11/2017
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Assim na Terra como no Céu...: Onde Estamos?

 
Às vésperas da “Assembleia Pastoral Arquidiocesana”, que acontecerá de 9-15 deste mês, esta pergunta – onde estamos? – é fundamental. De fato estamos em um processo de avaliação da caminhada e em tempo de lançamento de novas perspectivas. Esta é uma ocasião muito propícia para alargarmos o nosso olhar e tomarmos consciência dos grandes desafios pastorais que o tempo presente nos impõe.
 
E para termos as lentes bem focadas nos objetivos pastorais não podemos esquecer que a Igreja é “reflexo no tempo da eterna e inefável comunhão do amor de Deus Uno e Trino”, como lembra S. João Paulo II, no documento Christifideles Laici, n. 31. E em outro seu documento, Pastores Dabo Vobis, n. 12, S. João Paulo II afirma que a Igreja é constitutivamente “mistério de comunhão trinitária em tensão missionária”. E ainda na sua encíclica Ut unum sint, n. 9, ele diz: “Deus quer a Igreja porque ele quer a unidade e na unidade se exprime toda a profundidade do seu ágape”; e formula três equações de base: “Crer em Cristo significa querer a unidade; querer a unidade significa querer a Igreja; querer a Igreja significa querer a comunhão da graça que corresponde ao desígnio do Pai desde toda a eternidade”.
 
O que nos pede, portanto, o Espírito, hoje? Que “vivamos” e “irradiemos” comunhão! Este é o ponto de gravitação e de expansão de toda verdadeira pastoral e também da sinodalidade! Sobre este argumento vamos refletir na próxima semana.
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