DATA DE PUBLICAÇÃO: 13/06/2019
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Solenidade de Pentecostes

Foto: Luiz Estumano.
 
Desde cedo, os fiéis estavam na praça Waldemar Henrique  domingo, 9, para participar da Solenidade de Pentecostes, que reuniu a Igreja de Belém  em caminhada da praça Waldemar Henrique à Igreja da Sé.

Procedente das paróquias, grupos, movimentos e pastorais das oito regiões episcopais da Arquidiocese de Belém, bem como centenas de fiéis, lotaram a praça Waldemar Henrique para as atividades que antecederam a procissão rumo à Sé. A fé, expressada pelo teatro, recordou a chegada dos primeiros missionários à Amazônia.

Mons. Raimundo Possidônio da Mata, vigário geral da Arquidiocese, destacou que o tema escolhido para a festa de Pentecostes reflete a missão da Igreja de Belém: “Para nós é importante que todas as celebrações da Arquidiocese de Belém, neste ano, dêem destaque ao Ano Jubilar dos 300 anos. Então, a festa de Pentecostes, que encerra o ciclo pascal, nos ajuda, exatamente, a perceber a vida e a missão da Igreja sob a ação do Espírito Santo na Igreja aqui na Amazônia, a partir de Belém. Então, o tema de Pentecostes é expressivo em relação à vida e à missão da Igreja: ‘Igreja de Belém, um só coração e uma só alma’ (At 4,32), para nos ajudar a perceber e ao mesmo tempo colocar na vida da Igreja esse espírito de Deus”.

 Ainda na praça uma apresentação teatral recordou o início da chegada dos primeiros missionários à Amazônia. Stanley Barreiros, de 20 anos, do grupo de teatro, destaca a importância do teatro como instrumento de evangelização: “é um trabalho que traz muita experiência, porque, quando a gente faz um trabalho teatral,  acaba tendo que se aprofundar no personagem. Essa troca de experiência que a gente tem com o personagem acaba sendo evangelizado,porque a gente aprende com o personagem, aprende com os seus hábitos e a gente tem a palavra de Deus. Então acaba tendo que estudar para entrar no personagem. Então, é um trabalho mútuo”.
Três paradas na caminhada refletiram sobre  os símbolos da missão: água (batismo), fogo (Espírito Santo) e cruz (missão). No trajeto, os sete dons do Espírito Santo também destacaram-se. “Os dons do espírito são expressão dessa força que vem dele para o cristão batizado, crismado, para todos aqueles que exercem uma missão. Como a oitava região foi criada a pouco tempo, pensamos que fosse também expressão da vida do espírito que é a ação missionária", observou Mons. Cid.

A procissão encerrou-se  em frente à Catedral Metropolitana, onde a Missa foi presidida por om Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano de Belém.
 



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