DATA DE PUBLICAÇÃO: 12/07/2019
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Colunista José Ramos

  PEDINDO DESCULPAS

Na última matéria que enviei para a edição eletrônica desta coluna cometi um lamentável erro. Provavelmente por causa de um “T”.  Quando citei a comemoração de São Tiago, no dia 25 deste mês. Simplesmente fiz referências a acontecimentos da vida de São Tomé, em vez de São Tiago, filho de Zebedeu e irmão de João.

Tomé foi o Apóstolo que, com a sua teimosia, dizendo que só acreditaria na Ressurreição de Cristo, se pessoalmente visse e tocasse as cicatrizes do seu flagelamento. Teimosia que provocou três grandes coisas:

Primeira: Deixou relatado no Evangelho mais uma prova da realidade da Ressurreição de Cristo.

Segunda: Registrou o seu arrependimento e reconhecimento: “Meu Senhor e Meu Deus”. (Jo 20,28).

Terceira: Deixou registrado um grande elogio do próprio Cristo para todos nós, Católicos, que nele acreditamos. “Felizes os que não viram, e creram”. (Jo 20,29).
 
Portanto refiro-me agora a São Tiago, que nas escrituras sempre aparece ao lado de Jesus, como na cura da sogra de Pedro, na ressurreição da filha de Jairo, na Transfiguração do Monte Tabor e na Oração do Monte das Oliveiras.

São Tiago evangelizou no norte da Espanha, voltando para Israel onde foi sacrificado, por ordem de Herodes Agripa, no ano 42. Seus restos mortais foram trasladados no século oitavo para a Espanha. O rei Afonso II mandou construir um monumental mosteiro, que eu tive a felicidade de visitar, com a minha esposa, local ao qual foi dado o nome de São Tiago de Compostela, que significa “Campo da Estrela”. Local histórico em que até hoje são realizadas longas e tradicionais caminhadas, da França à Espanha.

Que os Santos Apóstolos perdoem o meu equívoco, da semana passada. Porém serviu para fazer uma melhor explanação sobre o assunto, neste pequeno espaço.
 

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