DATA DE PUBLICAÇÃO: 19/12/2019
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Arquidiocese de Belém organiza Pastoral da Guarda Arquidiocesana

Foto: Divulgação.
 
Atendendo uma determinação de Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo Metropolitano, os grupos de Guarda, mirim, jovem e adulto das paróquias arquidiocesanas dão um novo passo para sua organização. Com um regimento próprio que orienta a organização e um evento arquidiocesano previsto para 2020, a ideia é que ocorra uma mudança do grupo de serviço para tornar-se uma pastoral.
 
A nova organização teve início em 27 de setembro do ano passado, explica Padre Rangel Bentes, vice-presidente da coordenação arquidiocesana da Guarda. Ele conta que quatro encontros precederam a primeira assembleia da Guarda Arquidiocesana em 17 de novembro passado. Durante a assembleia lançou-se o brasão da coordenação arquidiocesana que traz ênfase na padroeira arquidiocesana e da capital paraense, Santa Maria de Belém, e representações das oito regiões. A partir de então esse brasão estará presente nos novos fardamentos que sairão de cada guarda, na lateral direita. 
 
Nesta assembleia houve ainda a eleição da coordenação, a primeira, com mandato até 2022. Esta comissão é composta da seguinte forma: Dom Alberto Taveira, presidente; padre Rangel,  vice-presidente; Adalberto Pedrosa, coordenador; Antônio Silva, vice-coordenador; Alleson Figueira, 1º secretário; Renato Gonçalves da Silva, 2° secretário; Silvania Nascimento, relações-públicas; Jeferson dos Santos, tesoureiro; Alberto Melo, diretor guarda mirim; e Paulo Trindade, diretor da guarda jovem.
 
“Estes dois últimos são novidades porque dentro desta comissão nós vamos tentar fazer com que cheguem orientações dentro da paróquia como cartilhas, folders e visitas, para fazer com que essas guardas recebam orientações. É claro que temos a autonomia do pároco, de cada coordenador, mas ainda assim devemos ter uma orientação arquidiocesana que oriente como se funda uma guarda, quais aspectos, como diferenciar as guardas por nível (mirim, jovem e adulto), sobre o interguarda que acontece anualmente dentro das regiões episcopais e agora vai ser em nível arquidiocesano em 2020”, explica padre Rangel.
 
Segundo ele, toda essa reformulação visa a mudança de nomenclatura que até então é grupo de guarda, um grupo de serviço que passará a ser pastoral de guarda, diferenciando, ainda, da pastoral da acolhida: “Inicialmente a pastoral da acolhida se assemelha à Guarda, pois a guarda é responsável pela acolhida daqueles que chegam às paróquias. Agora, com essa nomenclatura, queremos que a guarda tenha a sua identidade definida dentro da Igreja. Porque a Pastoral da Acolhida  faz só acolhida, enquanto que a guarda é responsável pela liturgia, por espiritualidades, além de fazer um trabalho missionário e de evangelização com seus componentes, crianças, jovens e adultos”.
 
A coordenação arquidiocesana estima que nas oito regiões episcopais haja, em cada uma, cerca de 800 a 900 guardas, e que este grupo esteja presente em 92% das paróquias da Arquidiocese de Belém. A coordenação desenvolverá diversos trabalhos após a posse no dia 16 de fevereiro de 2020 durante celebração eucarística na Catedral Metropolitana e presidida por Dom Alberto Taveira. Entre suas atividades estarão a apresentação nas paróquias do documento orientador, o calendário que segue em organização e, ainda, o anuário que destacará endereços e contatos de cada coordenador das oito regiões episcopais. 
 
Descritivo do Brasão da Guarda Arquidiocesana
 
Na parte de cima temos a figura de um forte, simbolizando a cidade de Belém. Depois temos os números indicando o ano de criação. Dentro do escudo temos oito retângulos cada um com a cor característica de uma Região Episcopal. O primeiro retângulo, de cor azul claro, tem a figura de Jesus Menino, símbolo da Região Menino Deus; No segundo, de cor vermelha, há a figura do Cristo Crucificado, símbolo da Região Santa Cruz; no retângulo amarelo temos uma cesta de pães, demonstrando a caridade, símbolo daquele que é padroeiro da Região, São Vicente de Paulo; no retângulo branco temos a palma dos mártires e a flor simbolizando o martírio e a juventude e a beleza de Maria Goretti; no retângulo lilás temos o cordeiro e a cruz com a faixa indicando o cordeiro de Deus, símbolo da Região São João Batista; no retângulo laranja temos o cálice e a eucaristia representando a Região do Coração Eucarístico; no retângulo azul marinho temos o mar que banha grande parte da região acompanhado das doze estrelas que simbolizam Nossa Senhora, padroeira da região Nossa Senhora do Ó; e, por fim, o retângulo verde onde estão um livro e uma concha, ambos simbolizando a primeira educadora e protetora da pérola que é a Virgem, a padroeira da Região Santana. No centro do escudo temos a imagem da padroeira da capital e dos guardas, - Santa Maria de Belém -, e abaixo do escudo temos a faixa confirmando a Arquidiocese de Belém como sede da coordenação da guarda nascente.
 
 



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